Nanana!

Faço o que for pra ganhar o seu amor! Nana nananana nananana, nana nananana nananana!

Eu de volta. Ouvi essa música (Nanana, do Lipstick) no Acesso MTV (mais uma vez, o Acesso na minha vida) e me apaixonei por ela! Confesso que não conhecia a banda antes, e nem vou me tornar aquelas fãs loucas (!) ou coisa do tipo. Mas que gostei, gostei. Girl power, yeah! Aliás, outra confissão: o Acesso, principalmente, me trouxe MUITAS opções de musicas e artistas novos. Adoro.

Esse post é meio (por falta de melhor termo) inútil. E como eu AMO coisas inúteis, vou continuar com ele.

Ontem eu estava mal. Acordei mal, passei mal o dia todo. Foi um péssimo dia. Dia com gritos, dores, choro… Foi ruim, confesso. Mas, no fim do dia, eu fiquei bem. Simplesmente assim, fiquei bem (mentira, só fiquei bem depois que recebi uma noticia legal, hehe). Aí, ‘tipassim’, dormi bem. E mesmo tendo acordado com dores hoje de novo, continuo bem. Sabe por quê? Porque eu tenho a oportunidade de ir pra Sampa (SAMPA, people. SAMPA!), passar uns dias lá. Explico? Explico. Minha prima vai passar uns dias la, fazendo um curso apenas pelo período da manhã. E como ela vai ficar o dia todo sozinha e abandonada em sampa. Acha que eu vou deixar? Não, não e não! Eu estou fazendo planos de ir com ela. Meu presente de aniversário, oh! Anyway, espero que dê certo. E ainda me pergunto se alguém lê isso. Beijos.

Não sei o nome da música, arrá!

Our hopes and expectations, black holes and revelations

Muse no título do post de hoje, meu povo! Não que o post em si tenha algo a ver com a música, mas enfim.

Ontem eu comecei duas séries novas: How i met your mother e Leverage. Para passar o tempo enquanto Grey’s Anatomy, Supernatural e etc. não voltam, preciso de estepes. Esses são os meus estepes. Vou falar um pouco delas.

“How i met your mother” é um sitcom. No início de cada episódio (pelo menos dos que eu vi) começam com o pai, do futuro, contando aos seus filhos como conheceu a mãe deles (do título da série). Então, ele volta em suas lembranças de 25 anos atrás, seus 27 anos, sua turma de amigos, e seu… desespero para encontrar uma mulher ideal, “aquela”. A série é leve, engraçada, e os personagens, maravilhosos (Barney, em particular. Super engraçado, super sem noção, super mulherengo, super tudo). Errei ao demorar tanto para começar essa série. Recomendo.

“Leverage” (e eu só vi o Piloto, relevem as opiniões) é sobre um grupo de infratores da lei que se juntam para dar golpes em pessoas que usam o poder para abusar dos mais fracos. Eu, particularmente, adorei a premissa da série. Os personagens, que a princípio relutaram em trabalhar juntos uma vez, acabaram formando o grupo no final do episódio. Só espero que ela não caia na rotina dos episódios iguais (odeio quando isso acontece, hm).

Enfim, por enquanto só achei essa duas. AH, e Cougar Town, mas não tenho comentários sobre ela, ainda (apesar de já ter visto 5 episódios).

That’s all, xoxo.

Superstições

De acordo com a definição wikipediana, “Superstição é a crença sobre relações de causa e efeito que não se adequam à lógica formal, ou seja, são contrárias à racionalidade; como a crença comum, no Brasil, de que quebrar um espelho causa sete anos de azar.”

Não sou supersticiosa. Não tenho medo de gato preto, nem pânico de escadas. Não quebro espelho porque é dificil achar um espelho bom. Pra que quebrar o que tenho? Anyway, não sou supersticiosa. Nem um pouco. Mas hoje me aconteceu algo que me deixou, no mínimo, com medo.

Minha vó diz que, quando sentimos cheiro de uma flor onde não há nenhuma flor, é sinal de morte de uma pessoa próxima. Eu ouvia ela contar essa história (amo ouvir histórias de avós), e não dava muito valor a ela. Pois bem. Estava eu na sala da minha casa, assistindo TV, sozinha. De repente, do nada, comecei a sentir o perfume (perfume?) da flor que é conhecida como “cravo de defunto”. A princípio, pensei ser apenas impressão, não reconheci o cheiro. Passados alguns instantes, ele se foi. Após algum tempo, voltou, tão intenso quanto antes. E ficou assim, indo e voltando. Comentei o fato com minha mãe (já esquecida das histórias de minha avó). Ela me olhou espantada, e trouxe à tona a bendita história. Confesso que, na hora, entrei em pânico e comecei a listar todas as pessoas que me importavam na vida. Mal consegui ver o jogo (a porcaria do empate da Inglaterra, hunf) depois disso. E não sosseguei enquanto não consegui falar com minha prima (que, além de tudo, é minha melhor amiga. Beijos, Brisa).

Enfim, depois dessa, fiquei repensando nas superstições, e no quanto elas podem ser poderosas (e verdadeiras).

Beijos, e até a próxima.

Post escrito ao som de Lily Allen (músicas do álbum It’s not me, it’s you)

Airplanes

Can we pretend that airplanes in the night sky are like shooting stars? I could really use a wish right now, a wish right now, a wish right now…

Esse trecho da música do rapper (?) B.o.B com participação da vocalista do Paramore (♥) Hayley Williams, traduz muita coisa. Ouvi a música pela primeira vez no Acesso MTV, baixei e me apaixonei na hora. É o toque do meu celular, e não sai da minha cabeça. Aí, eu comecei a pensar em significados. Significados para a música, para a minha vida…

Todos temos um desejo. Simples, grandioso, egoísta. Não importa qual, todos temos um desejo. Desejo de que a vida mude, desejo de ganhar na Mega Sena, de encontrar um grande amor… E quando esse desejo não se realiza, vem a frustração. Ficamos depressivos, raivosos, chorosos. Tudo porque nosso desejo não se realizou. E, nesse processo emotivo, acabamos nos esquecendo de uma coisa essencial: tentar outra vez.

Como diria (ou cantaria) o saudoso Raul Seixas, “Tente! Levante sua mão sedenta e recomece a andar, não pense que a cabeça aguenta se você parar”. Sem persistência, o mundo ainda seria como era há 1000 anos atrás. Sem persistência, não estaríamos aqui, eu escrevendo e você lendo essas linhas babacas, sem sentido. O importante é lembrar da música do Raul. E seguir em frente.

Post escrito ao som de Neutron Star Collision (Love is forever), Muse

Em época de Copa do Mundo…

… todo mundo vira torcedor. A pessoa se mata de raiva do Brasil durante 4 anos. Reclama do salário, reclama das condições médicas, reclama de tudo. Aí, quando chega ano de Copa, vira o torcedor número 1 da seleção. Bandeira, camiseta, vuvuzela (ah, a mardita vuvuzela…), fitinhas, grito ensaiado. Todo mundo vira torcedor. E quando o país perde, o que acontece? Todo mundo volta à normalidade de antes. Patriotismo só na época de mundiais é patriotismo? Quem acha que sim, dá um pulinho, bate palma e grita “uhul!”. É só. Por enquanto.

Post escrito ao som de Careful, Paramore.

Alejandro

Juro que tentei. Provavelmente, todas as pessoas que assistiram tentaram. Se alguém entendeu, por favor, explica o que significa o clipe da Lady Gaga, ‘Alejandro’?

Sou apaixonada pela música. Adoro a letra, confesso, e o ritmo. Justamente por isso, esperei, ansiosa, pela estreia do clipe no Acesso MTV. Roendo as unhas em frente à TV, quase tive um ataque cardíaco quando Titi e Mari disseram que ele era super longo. Já surtada, dei pulinhos quando ele começou, e… e fiquei sem entender necas, com o queixo caído. O vídeo não tem nada (até onde percebi) a ver com a letra da música. Como sempre, Gaga se superou ao impressionar a audiência, ousando mais e mais em seus videoclipes.

Várias teorias sobre os significados de cada detalhe surgem a cada dia. Não sei se deixei passar algo, mas, até onde sei, nada foi esclarecido. Só a presença do brasileiro Evandro Soldatti, namorado de Yasmin Brunet (ga-to, btw). E as referências a clipes de Madonna, diva do pop.

Bem, esse post foi… Quem quero enganar. Esse post foi inútil. Anyway, eu volto quando tiver mais baphos sobre algo. Beijinhos a todos.

P.S.: viciada em ‘Airplanes’, de B.o.B com Hayley Williams. Perfeita!

Primeiro post? Desastre total

Well, meu primeiro post nesse… nessa… aqui. Meu mais novo passatempo. Será que dura? Bem, duvido. My Space, Facebook, mil blogs, Twitter… Que mais? Todas essas redes sociais, eu tenho. Abandonadas ao relento, mas tenho.

Para que fique bem claro, esse é o Tumblr de um perfil fake. Um dia eu posto o resumo do livro, bio de personagem e o que mais for interessante. Aos curiosos, o livro se chama “Plano B”, autor é Jonathan Tropper. Belo livro, já li duas vezes, por enquanto.

Han, esse é apenas o post de ‘treino’. Depois eu volto aqui (?) e compartilho algo mais interessante. Beijos a todos.